Memórias Utópicas

Que cê tá fazendo da sua vida?

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“Nem dinheiro, nem prazeres, vão trazer o que você tá procurando.” FORFUN Eu acordo, às vezes, e penso que sei o que eu tô fazendo da minha vida. Tem vezes que eu não faço a menor ideia. Hoje é um dia desses. Não sei o que eu estou fazendo e quando digo isso me refiro ao todo, à existência da minha pessoa nesse mundão que a gente vive. O que eu estou buscando? Para onde eu estou caminhando? Onde eu pretendo chegar no final da caminhada? É preciso realmente caminhar…read more

A sua velocidade

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Vivendo a toda velocidade, passando pelas coisas bonitas como se fossem meros postes de luz e nem percebendo que agora as lâmpadas da rua são brancas e não mais amarelas. Um, dois, três, quatro, cinco, dez, vinte, trinta mil anos luz à frente de todo nós e, ainda assim, sempre sem tempo, sempre em cima da hora, sempre “na correria”. Quem é que você persegue tanto? Quem é esse fugitivo invencível que não cansa, que não descansa, que não dorme nem para de correr em momento algum? Dezenas de músicas…read more

Deve-se amar para ser importante

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As coisas precisam de amor para que sejam importantes. Deve-se amar muito algo para que isso se torne algo de significado real. E não estou falando do amor romântico entre pessoas, desses sentimentos pegajosos que dão origem a livros, filmes e decepções. Do outro lado do amor cor de rosa e macio existe o amor áspero e espinhento, um amar quase louco, nocivo, de noites mal dormidas e pensamentos intranquilos. Amor, por exemplo, por uma ocupação. Você ama o que você faz para viver? Ama de verdade? Mais cedo ou…read more

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Pensativa

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Ela pensava muito, o tempo todo, daquele jeito que deixa o corpo inquieto, agitado além da conta. Pensava sobre o tempo, sobre o sol que não veio, sobre as contas pra pagar, sobre mudar de casa, de cidade, de emprego, de cor de cabelo, de carro, de vida. E queria entrar na academia, ficar mais gostosa, ou botar uns peitos, ou fazer uma tatuagem, ou virar um avatar e sair pulando de árvore em árvore super azul e com um rabo sensacional. Pensava o tempo todo em tudo, junto e…read more

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Leia Caio Fernando Abreu

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Logo que surgiu um sopro de chance de voltar para São Paulo, de voltar a morar e habitar aquela loucura, tratei de caçar meu livro – inacabado – de crônicas do Caio Fernando Abreu. E digo “morar” porque quando se trabalha em um lugar como aquele, dá-se o sangue até o talo, ou pede-se a dispensa. Não existe um ser que trabalhe em São Paulo sem passar mais tempo na labuta do que em casa. Sendo assim, mora-se no trabalho e visita-se o lar. E o livro do Caio F….read more

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Rotina

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De volta ao trabalho, rotina de todo dia, santo ou não, e não há quase nada que se possa fazer. Fim das férias, retorno aos dias de branco, de preto, de tudo quanto é cor. O mais interessante em voltar a uma rotina estressante e sólida como a minha é perceber que todo o tempo em que estive longe as coisas me esperaram. Fizeram isso porque são parte da rotina, são peças que não se movem, como um tabuleiro de xadrez que serve de enfeite e nunca será jogado por…read more