Namastê

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No canto da mesa, logo no caminho da porta, o bilhete largo, dobrado porcamente, escrito em um papel cor de rosa dramático. É que tem vezes que é preciso uma conversa franca, em outras o melhor é uma ligação, uma carta, um e-mail ou coisa assim. Nesse caso era o bilhete mesmo, até um pouco mais longo que o normal, mas ainda assim, bilhete. Começava sem remetente, nem destinatário, e a letra trêmula atacava o papel com coragem. É o tipo de coisa que é escrita de primeira, sem revisão. Dizia…read more